quarta-feira, 12 de novembro de 2008

UMA EXPOSIÇÃO DE ARTE NO BLOG

O pintor iraniano Iman Maleki é chamado de gênio do Realismo, ganhou o prêmio William Bouguereau e o 'Chairman's Choise' no II Concurso Internacional de Art
Renewal Center.

É considerado por muitos o melhor pintor de arte realista do mundo, pois seus desenhos competem com as câmeras digitais de 10 megapixels.

Comovida pela beleza de sua arte,resolvi fazer uma pequena "exosição" de suas obras neste blog. Espero que gostem.








terça-feira, 11 de novembro de 2008

POR QUE A HISTÓRIA NÃO PODE SER ESQUECIDA?

Não só porque sou licenciada em História defendo a importância do seu conhecimento. A História não pode ser esquecida para que os erros do passado não se repitam e ninguém saia imune desta vida. Abaixo uma matéria do site Terra confirma a minha convicção.

Um soldado membro da SS nazista conhecido como "Ivan o Terrível" irá a julgamento 65 anos depois de ter cometido crimes de guerra em um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Segundo o jornal britânico The Times, John Demjanjuk, 88 anos, pode ser o último nazista a enfrentar um tribunal militar.
Demjanjuk foi, por décadas, um dos criminosos de guerra mais procurados do mundo. "Há evidências suficientes para mantermos nosso ponto de vista", disse Kut Schrimm, chefe do Escritório Central de Investigação de Crimes Nazistas, em Berlim. Um dossiê foi entregue a um promotor de Monique, última residência do criminoso na Alemanha.

Nascido na Ucrânia, Demjanjuk já havia sido julgado em 1988, quando cinco testemunhas o identificaram como um sádico guarda de Treblinka conhecido como "Ivan o Terrível". Segundo elas, ele cortava os seios das mulheres com sua baioneta e uma vez obrigou um prisioneiro a estuprar uma menina de 12 anos.

Na oportunidade, ele foi sentenciado à morte. No entanto, surgiram dúvidas se ele era realmente "Ivan o Terrível", e a Suprema Corte de Israel cancelou a sentença. Agora os promotores querem provar que Demjanjuk serviu em Sobibor, uma região polonesa ocupada por nazistas, onde mais de 200 mil pessoas morreram em campos de concentração.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

O QUE ACONTECEU HOJE?


Do blog da Lúcia Hippolito


Em 1928 aconteceu o Lançamento de O Cruzeiro, publicação semanal dos Diários Associados.

O primeiro número (foto) já trazia inovações gráficas e editoriais para a imprensa brasileira e atingiu 50 mil exemplares.

Foi a primeira publicação a abranger todo o território nacional, possuía repórteres em todo país, além de correspondentes internacionais. Abordava assuntos variados como cinema, esportes e saúde, charges, política, culinária, moda, crônicas, coluna social.

O Cruzeiro abrigou uma dupla de sucesso, o repórter David Nasser e o fotógrafo francês Jean Manzon. Longas reportagens sobre lugares desconhecidos e considerados exóticos, com fotos deslumbrantes, eram o carro-chefe da revista.

Em outubro de 1943 O Cruzeiro começou a publicar as histórias do "Amigo da Onça".
Além disso, a seção "Pif-Paf" esteve por mais de dez anos na revista, assinada por Millôr Fernandes, como Vão Gôgo.

O surgimento de novas publicações, como Manchete e Fatos & Fotos (da Bloch Editores) contribuiu para o fim da revista em julho de 1975.

O último número trouxe na capa o jogador Pelé, vestido de Tio Sam.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

REDES SOCIAIS


'O conhecimento atestado por títulos acadêmicos não será mais o critério de sucesso na sociedade-rede'. Embora qualificar-se profissionalmente seja um item fundamental na busca de uma carreira de sucesso no contexto da sociedade de massa, para o analista político Augusto de Franco, o talento não é uma variável individual, mas sim, uma função da rede social.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

REDES SOCIAIS NA EXPOTALENTOS


Acontecem hoje na EXPOTALENTOS dois momentos de muita importância para as pessoas interessadas em Redes Sociais.

O primeiro é o lançamentos de dois livros da escola-de-redes de autoria do analista político e especialista em redes sociais Augusto de Franco.

Num segundo momento, às 16:00 horas de Franco falará sobre redes sociais e carreira na palestra Redes Sociais: A multiplicação dos talentos. Vale a pena conferir!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O FIM DOS HOMENS ALFA

"Na próxima crise, tenha mais cuidado
com o poder de persuasão e sedução
dos homens que querem aparecer"

A crise mundial que estamos presenciando é um fenômeno conhecido por zoólogos como o estouro da manada. Ela ocorre quando os machos alfa se assustam por alguma razão, seja um vulto de leão, um relâmpago ou um trovão. Sem analisar a situação por um segundo, fogem em pânico, na esperança de que comido será o bezerro retardatário. As fêmeas, surpresas, fogem atrás, seguindo "o nobre exemplo" do macho alfa em disparada. Os primeiros a sair gritando "fogo", numa casa de espetáculos, e dizendo que "200 bancos americanos vão quebrar e o mundo vai derreter" foram os machos alfa. O alfa dos alfas, o diretor-geral do FMI, saiu a público afirmando que as bolsas iriam derreter 20% em dois dias, algo que uma pessoa na sua posição jamais poderia dizer. Boa parte daqueles que saíram resgatando fundos de investimento foram pessoas inocentes, que confiavam nos profissionais do Fed e do FMI. Mas, se eles mesmos estão em pânico, o pânico se espalha.

O macho alfa sobrevive usando a força bruta, e não a inteligência. Ele quer e detém o poder. É sedutor, aprende a falar bem, acha que sexo se consegue ou com poesia ou mentindo descaradamente. Numa crise, são os homens alfa os mais interessados em aparecer, no rádio ou na televisão, que, devido à concorrência, baixam seu padrão de seleção. Eles tratam primeiro de salvar a própria pele. Raramente pensam nos mais fracos, como gostam de afirmar, muito menos procuram acalmá-los. Nenhum alfa brasileiro saiu acalmando os investidores brasileiros ou estrangeiros, mostrando-lhes que o Brasil não tinha esse tal de "subprime", nem "alavancagem financeira", nem bancos com prejuízo, prestes a quebrar. Só disseram que a crise iria piorar e atingiria o Brasil, profecia que se cumpriu. Nenhum alfa brasileiro saiu apresentando fatos concretos, informando que nossos bancos financiam governo, e não imóveis, que nosso crédito ao consumidor não passa dos 36% do PIB, contra os 160% do americano, que metade dos bancos já era estatal, que o momento era para comprar ações dos alfas apavorados, e não para sair vendendo junto. "Será pior do que 1929", berrava o professor Nouriel Roubini, encantado com sua súbita notoriedade, correndo de entrevista em entrevista. "Será igual a 1929", afirmava o antigo alfa aposentado Alan Greenspan, quando o correto teria sido o silêncio.


O desemprego nos Estados Unidos não chegará aos 24% de 1929 nem 4.000 bancos quebrarão. E, mesmo que 4.000 bancos quebrassem, o dinheiro hoje está em fundos DI , e não em contas remuneradas. Os fundos DI e de investimento estão no nome dos cotistas, e não dos bancos. Eles conseguiram, com suas previsões, provocar uma corrida aos fundos de investimento, e não aos bancos, como em 1929. As fotos do professor Roubini rodeado de mulheres são sintomáticas de alguém que quer ser associado aos alfas, ao contrário das fotos de Hank Paulson e Sheila Bair, do FDIC (a agência federal de seguro de depósitos), tentando conter o estouro da manada. Como nessas horas nossos instintos são parecidos com os dos animais, machos alfa contaminam gente inocente. O homem ômega e a maioria das mulheres têm coisas mais importantes a fazer no meio de uma crise, como cuidar das crianças e das finanças em perigo, do que dar entrevistas. Não se culpe por ter-se deixado levar por homens que você achou que eram mais inteligentes do que você. A crise caminhará para o fim quando os alfas cansarem de correr.

Na próxima crise, tenha mais cuidado com o poder de persuasão e sedução dos homens que querem aparecer. Aplique seu dinheiro com homens ômega mais velhos, preferencialmente avós experientes, gente que não se abala com crises, pois já as viu acontecer muitas vezes. Ignore solenemente os homens alfa, daqui por diante. Eles são um atraso evolutivo e estão em extinção. Vire a página, mude de canal. Ouça mais aquele homem ômega que você tem em casa, aquele que não se desesperou, correndo e berrando "fogo" numa casa de espetáculos. Confie naquele que lhe deu apoio e proteção, naquele que se preocupa com os retardatários e que ficou ao seu lado. Eles são os verdadeiros "machos" da história da humanidade, o resto é balela e encenação.

Stephen Kanitz é administrador (www.kanitz.com.br)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A REDE NA EXPOTALENTOS


Na próxima quinta - feira, 06/11 a Rede de Participação Política do Empresariado promoverá a palestra Redes Sociais: A Multiplicação dos Talentos com o analista político Augusto de Franco.

A palestra faz parte da programação da EXPOTALENTOS - feira de Estágios e Profissões promovida pela FIEP por meio do IEL.

A entrada é gratuita e a inscrição de ve ser feita pelo site www.ielpr.org.br/expotalentos.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

A REDE AGORA TEM UM BLOG

Agora a Rede de Participação Política do Empresariado (que na verdade é de toda a sociedade), também possui um blog.

O objetvio é estar cada vez mais próximo das pessoas, estimulando-as a darem suas opiniões e mostrando o trabalho realizado.

Acessando http://rededeparticipapolitica.blogspot.com vocês encontrarão textos dos jornalistas José Marinho, Sharlene Sarti e Bernardo Wolff, da agente de desenvolvimento Gilséia Baraniuk e desta que vos escreve.

Entre no blog, comente as postagens, dê sua contribuição e participe desta rede!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

LULA DEVE SE CALAR?

Diante das "pérolas" ditas pelo nosso presidente, muitas pessoas pedem que ele se cale. É uma opção. No entanto, perderíamos muito em diverão se isso acontecesse.

Não mais teríamos eventos como quando Lula, reunido com o presidente de Moçambique, indignado ao saber que a ajuda de R$10 milhões de dólares que prometera cinco anos atrás ao país africano ainda não chegara, devido,segundo o seu chanceler, à burocracia, disparou:

“No tempo em que você tinha os faraós e os imperadores, isso não acontecia”. Todos os brasileiros da imensa equipe do presidente sorriram e olharam para os moçambicanos com ar de quem diz “ele não é uma simpatia?”. Dificilmente um amigo que promete essa pequena fortuna não vai ser encarado como simpático, mesmo que Moçambique tenha que reescrever sua história e colocar lá uns faraós. Com certeza estão até agora se perguntando onde foi que o Lula pescou um faraó em Moçambique...

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

ELEIÇÕES EM BELO HORIZONTE


do blog da Lúcia Hipólito


A batalha em Belo Horizonte ainda não está sendo considerada perdida pelo governador Aécio Neves.

Esta semana, o governador promete dedicação exclusiva à campanha, mas talvez seja tarde demais. Apesar dos tropeços de Leonardo Quintão nesta reta final (subiu no salto antes da hora), talvez não haja mais tempo para virar o jogo e salvar da derrota uma eleição que parecia ganha.

Ninguém ganha (nem perde) eleição de véspera, mas já dá para fazer algumas observações sobre a campanha eleitoral em Belo Horizonte.

Primeiro, o governador e o prefeito confundiram administrações bem avaliadas com aprovação dos belo-horizontinos à aliança entre PSDB e PT. Nem sempre esta associação é automática.

Segundo, o governador e o prefeito se convenceram de que, juntos, podiam perfeitamente eleger um poste. Não podem, porque depende do poste. O poste não ajudou.

Terceiro, o governador e o prefeito expuseram-se demais e ofuscaram o poste, oops, o candidato Márcio Lacerda.

Quarto, o governador o prefeito esqueceram-se de que o PSDB é fraco na capital. E de que o PMDB é forte em Minas, tinha um candidato competitivo, com cara de outsider, jovem e mineiríssimo.

Quanto ao prefeito Fernando Pimentel, despertou a ira de petistas importantes como os ministros Patrus Ananias e Luis Dulci, que passaram a jogar pesado, apoiando no primeiro turno a canddiata Jô Moraes (PCdoB). O PT de Belo Horizonte considerou ponto de honra derrotar Fernando Pimentel.

Uma derrota humilhante para o PMDB pode vir a sepultar as esperanças de Fernando Pimentel de ser o candidato à sucessão de Aécio Neves.

Uma vitória importante do PMDB coloca imediatamente na linha de frente da sucessão o padrinho de Leonardo Quintão, o ministro das Comunicações Hélio Costa.

Quanto ao governador Aécio Neves, pelo visto também "subiu no salto" de sua indiscutível popularidade. O povo de Belo Horizonte parece estar mandando um aviso ao governador. Decidiu puni-lo pela auto-suficiência, por um certo exibicionismo, pelo absenteísmo (muitos fins de semana no Rio, viagens demais ao exterior).

Parece que a população aceita um governador jovem, solteiro, namorador. Mas quer que este governador viva em Belo Horizonte e não no Rio, que conviva com a sociedade local, e não com os cariocas. Em suma, o eleitorado de Belo Horizonte parece estar preferindo um Aécio mais austero, mais discreto, menos festeiro, menos ausente. Menos carioca. Mais mineiro.

Aécio Neves montou em Minas Gerais, um governo quase parlamentarista. O dia-a-dia da administração é tocado pelo vice-governador Antonio Anastasia, com a importante colaboração de Andréa Neves, irmã do governador. Aécio reservou para si as articulações políticas, as viagens internacionais, os acordos, a busca de investimentos para o estado. Tem dado certo.

Talvez agora a população esteja precisando de um governador mais presente e menos itinerante.

No próximo domingo saberemos.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O QUE ACONTECEU HOJE?


Em 1957 o escritor e filósofo argeliano Albert Camus recebeu o prêmio nobel de literatura.
O seu pensamente filosófico segundo alguns, foi sedimentado entre outros fatores, pela associação da fome, guerra, miséria e sol causticante com a qual Camus conviveu em sua terra natal.
O gênio viveu sempre próximo ao absurdo humano. Com o falecimento do pai na I Guerra, foi morar com uma avó em um bairro operário da cidade de Argel. Não fosse pela intervenção de um professor na escola primária, ele teria seguido a profissão de tanoeiro. Mais tarde, sua família foi contra seu ingresso na escola secundária, devido à sua precária condição financeira. Mais uma vez Camus conseguiu se manter nos estudos graças a Jean Grenier. O vencedor do Nobel soube ser grato e ambos os professores ganharam livros à eles dedicados. A tese de doutorado de Camus, assim como a de Hannan Arendt foi sobre Santo Agostinho.
Ao tentar igressar na vida acadêmica, uma forte crise de tuberculose se abateu sobre ele, o impedindo definitivamente de se tornar professor. Esta doença lhe deu a real dimensão da possibilidade cotidiana de morrer, o que é fundamental no desenvolvimento de sua obra filosófica /literária. A tuberculose também o impediu de continuar a praticar um esporte que tanto amava e lhe ensinou tanto: Camus era o goleiro da seleção universitária. Conta-se que um bom goleiro. E seu amor para com o futebol seguiu-o durante toda a vida. E uma das coisas que mais o impressionou quando da sua visita ao Brasil em 1949 foi o amor do brasileiro pelo futebol. Conta-se que uma das primeiras coisas que Albert Camus fez ao pisar no Brasil foi pedir para que o levassem para assistir a uma partida de futebol.
Em 1942, o filósofo francês Jean Paul Sartre escreveu elogiosamente sobre o livro “O Estrangeiro”, dizendo que gostaria de conhecer o autor. A oportunidade veio em uma festa e a amizade dos dois durou até 1952 quando a publicação de “O Homem Revoltado”desencadeou um desentendimento publico entre os dois, acompanhado de perto por toda a elite intelectual através dos jornais.
Entre os livros de Albert Camus o que mais me marcou foi “A Peste”, considerado sua Magnum Opus. Publicado em 1947, o livro conta a história de trabalhadores que descobrem a solidariedade em meio a uma peste que assola a cidade de Oran. Questiona diversos assuntos relacionados a natureza do destino e da condição humana. Os personagens do livro ajudam a mostrar os efeitos que o flagelo causa na sociedade. O livro é na verdade uma grande metáfora para os horrores da II guerra mundial.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O QUE ACONTECEU HOJE?


16 de Outubro

Em 1978 o cardeal polonês Karol Wojtyla foi eleito o primeiro da Igreja Católica não italiano em 456 anos. Wojtyla adotou o nome de João Paulo II em homenagem ao ao seu antecessor, João Paulo I que se sentou no trono de São Pedro por apenas um mês.
Outras particularidades de João Paulo II era ser ele de origem polaca e um pastor, ao invés de um diplomata do Vaticano.
Seu pontificado de 26 anos foi o terceiro mais longo da história e Wojtyla foi eleito aos 58 anos, se tornando o Papa mais novo desde o Pio IX. Assim, tornou-se o Papa cuja ação foi mais decisiva noSéculo XX: as suas viagens ultrapassaram em número e extensão as de todos os antecessores juntos, reunindo sempre multidões.
Dono de um carisma inigualável, promoveu o diálogo interreligioso, participou de vários eventos ecuménicos (foi o primeiro a pregar numa igreja luterana e numa mesquita, o primeiro a visitar o Muro das Lamentações, em Jerusalém); procedeu a numerosas beatificações e canonozações; escreveu 14 encíclicas.