quinta-feira, 16 de setembro de 2010

CINEMA COMO INSTRUMENTO POLÍTICO

O texto é de uma jovem aspirante a cineasta, extremamente talentosa e da qual eu me orgulho muito: Minha filha!!!

A UTILIZAÇÃO DO CINEMA COM INSTRUMENTO POLÍTICO E SOCIAL AO LONGO DA HISTÓRIA
Laura Toledo

Na época o Império Romano, a política denominada "pão e circo" era utilizada pelo governo vigente para desviar a atenção do povo quanto à sua situação econômica e social. Algo parecido foi utilizado na Inglaterra Elizabetana, porém, o instrumento de alienação eram então, as comédias teatrais. Grandes espetáculos, artísticos ou não, sempre foram ferramentas políticas poderosas. Com cinema não seria diferente.

O cinema não é e nem deve ser utilizado como uma mera mídia de distração ou alienação. Eisenstein já via seu potencial político quando, em meio à Revolução Russa, usou seus filmes para difundir os ideais comunistas. Além de propaganda, a história também pode ser impressa na imagens em movimento dos filmes .Já disse Nichols: "Todo filme é documentário". Isso porque nele se reflete a realidade política, social e economica na qual foi realizado.

Ainda visando sua importância política, é fácil perceber na linguagem cinematográfica de movimentos, como o neo realismo, a transformação de privação de recursos em formas de mostrar e evidenciar os problemas vividos na época.

Como instrumento de oposição e resistência, assim como Glauber Rocha com o seu "Terra em transe", o cinema pode ser entendido como forma de se posicionar contra a opressão e a alienação.

sábado, 19 de junho de 2010

SOBRE GENTE!

Eu acho lindo gente inteligente! Muitas vezes achei que, quando a pessoa fala bem, com um vocabulário rico, de forma erudita, sofre uma mutação, se tornando maior, mais bonita, mais atraente. Se escrever um livro, então! Um título de mestre ou doutor, a transformaria, na minha opinião, em uma entidade!


Muitas vezes, me peguei admirando quem citava Beauvoir, Sartre, Santo Agostinho, Rousseau... Se soubesse conversar sobre o Iluminismo, as causas da guerra do Golfo, os impactos econômicos, sociais e culturais da Peste Negra na Europa, a obra de Shaekspeare, e ainda falar sobre a ditadura no Brasil, me conquistava pra sempre.
O problema é que eu não só admirava pessoas assim, como sempre busquei me tornar uma delas, com uma estúpida ilusão de que o meu maior mérito seria o conhecimento. Que as pessoas me admirariam mais e até me amariam mais pelo meu saber. Que besteira!

Nos últimos tempos essa sandice tem melhorado. Que gostar do conhecimento, que nada! A gente gosta é de gente! Uma amiga, paraibana arretada me ajudou a ver isso! Ela me disse que não tem nada melhor do que sentar com um amigo ou um amor e falar bobagem! Ser gente!

Ela tem razão! Quando a gente tá feliz, quer contar é pra gente que vai rir com a gente, que vai pular no nosso pescoço e nos abraçar ou, simplesmente vai nos dar um sorriso de aprovação; Quando a gente passa um perrengue, a primeira coisa que vem na cabeça não é um erudito que faz um discurso divino, mas aquela criatura que nos transmite segurança e conforto só por estar por perto. Se a gente cozinha pra alguém, não quer elogio em latim, ou citações, mas simplesmente uma cara feliz de total satisfação e, se possível, uma boca suja de molho.

Essa semana eu ouvi uma pessoa dizer que morreu e nasceu de novo várias vezes nos últimos 3 anos para se transformar em gente. E essa pessoa é uma das mais inteligentes e cultas que eu conheço! O mais interessante, é que ela estava feliz e leve. Ela disse que gosta da nova pessoa em que ela se transformou. Ela foi salva!

É isso, gente! Não sei ainda expressar muito bem como essas coisas me afetaram. Talvez eu nem precise! O que eu sei é que pensar em ser gente o tempo todo é muito mais confortável! Gente que está com gente bebendo vinho, falando bobagem ou não falando nada! Gente que varre casa, vai no parque, paga conta. Gente que se entristece com filme e se alegra com um parque. Gente que queima a comida, que tem raiva dos outros, fala palavrão de vez em quando. Gente que se entope de comida e tem que ficar com a barriga pra cima porque não consegue respirar. Gente que perde a hora, que fala alto e gosta de filme C.

É lindo alguém falar vários idiomas. De que adianta se não souber dizer o que sente, ou dar uma palavra de conforto? E o sorriso? E aquele abraço que aconchega? E o falar da vida?

É isso que devemos buscar: menos erudição e mais gente. Menos colegas e mais amigos. Menos parceiros e mais amores.

E, como a vida é curta demais e o tempo passa muito rápido, que a gente siga o conselho de Guimarães Rosa e tenha mais coragem. Coragem de mudar, de sair, de ver o mundo, de romper coisas, de assumir coisas, nos afastar de gente que nos faz mal e nos aproximar de gente que nos faz bem. Porque estando com gente que ama a gente, a gente se torna mais gente...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A MÚSICA MAIS LINDA DO MUNDO!

Na minha lista de músicas mais lindas, esta figura em primeiro lugar...

Qual é a mais linda na sua opinião?

terça-feira, 1 de junho de 2010

O QUE ACONTECEU HOJE??

Morre Andrei Voznesensky, um dos grandes poetas do 'degelo' soviético
Do site Yahoo

Moscou, 1 jun (EFE).- Andrei Voznesensky, um dos grandes poetas russos e figura emblemática da era soviética pós-Stalin nos anos 1960, morreu hoje em Moscou, aos 77 anos, informaram fontes médicas.


Arquiteto de profissão, Voznesensky publicou seus primeiros poemas em 1958. Seu primeiro livro, "Mosaic" (1960), provocou a destituição do diretor do editorial e levou o poeta ao brilho da popularidade.


Naqueles tempos, os saraus de poesia instigavam grande público na União Soviética, onde o então líder comunista, Nikita Kruschev, criticava o culto à personalidade de seu antecessor no Kremlin, Josef Stalin.


Com a morte do poeta, o presidente russo, Dmitri Medvedev, expressou condolências aos parentes de Voznesensky, informou o escritório do Kremlin. EFE

quarta-feira, 26 de maio de 2010

HISTÓRIA DE MINEIRO

História de mineiro

Dinah Silveira de Queiroz


Estou sabendo de uma historinha que bem valia um conto e feito por quem a narrou, o contista que anda arrebatando todos os prêmios dos concursos em que se inscreve: Edson Guedes de Morais. É um caso de mineiro. Trata de gente pobre e de filho que veio trabalhar no Rio, prosperou e um dia mandou uma carta ao pai:

Meu pai: com a graça de Deus, posso dizer que já tenho economia suficiente para pretender realizar qualquer sonho seu. Minha maior felicidade estará em poder propor : que possa fazer para alegrá-lo? 0 que mais desejaria na vida? Tenho pensado muito em sua luta de sacrificado e não me lembro de tê-lo ouvido falar sobre qualquer aspiração. Não se acanhe, papai, mande dizer se o senhor quiser alguma coisa."

Lá da cidadezinha das Minas Gerais veio uma carta. Daquele homem religioso, devoto de Nossa Senhora Aparecida, austero, confiando nos seus deveres e trabalhos: o homem que jamais manifestara ao filho o seu desejo de possuir, por exemplo, um carro, ou ter um negócio só seu, ou, no mínimo, de adquirir uma lavadeira automática para desafogar o trabalho da mulher :

— "Meu filho, com a graça. de Deus, todos vão com saúde. Não me falta nada. Assim como vivo, vivo bem. Mas se você quiser saber de um desejo que sempre tive fique sabendo agora que toda a vida quis ver o mar. É só isso, meu filho, mais nada."

Tão pouco lhe pedia o pai ! Mandou-lhe o filho a passagem, depois de ter escolhido um bom hotelzinho na Tijuca, freqüentado por gente de pequenas posses, mas pessoas escolhidas — só família, enfim. E o velho chegou com a alegria de ver o filho que realizara o que inúmeras gerações de sua gente não haviam conseguido: ter dinheiro sobrando. Vieram as efusões, as lágrimas. O primeiro dia passou, e, logo no segundo, o filho veio buscar o pai:

Papai, vista-se que eu vou levá-lo a Copacabana. Está na hora de realizar o desejo."

0 velho olhou-o piscando meio trêmulo:

— "Hoje, não. Quero visitar a prima Carlota, que mora aqui perto. Amanhã eu vou".

Chegou amanhã, e o pai, sempre tremendo e piscando, disse que não se sentia bem para ir a Copacabana. No terceiro e no quarto dias também, afirmou que não podia ir e que queria comprar uma lembrancinha para a mulher e para a filha. Alguns dias decorreram e o grande encontro entre o mineiro e o mar foi sendo protelado. Já, então, o filho estava meio triste com aquela estranha atitude do pai e, afinal, desabafou:

— "Parece que o senhor não está querendo mesmo ir ver o mar! Desde que chegou aqui não encontra um dia para realizar aquilo que afirmou ser o único desejo de sua vida!"

0 pai chegou a pegar o chapéu, passou a mão no ombro do filho mas estava tão perturbado, que desta vez, realmente, parecia doente.

— "Meu pai, o que é que o senhor tem? O que há?"

O velho mineiro, de olhos nublados, hesitou. Por fim, largou o peso da verdade de uma vez :

— "Acho uma coisa tão maravilhosa poder ir ver o mar que quero entregar a Nossa Senhora o meu sacrifício. Meu filho, não se zangue. Vou voltar hoje mesmo para casa sem ir a Copacabana".

— "Mas por que, meu pai? Por quê? Nem Nossa Senhora vai aceitar esse seu sacrifício. Todo mundo vê o mar todo dia. Gente há que nem liga, passa pela praia e nem volta o rosto para ele..."

Mas, a essa altura, o velho já ia juntando os seus trens. Nesse mesmo dia voltou para sua cidade das Minas Gerais, levando em sua imaginação a idéia do abismo de assombro que ele jamais encontraria.

sábado, 8 de maio de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

A BELEZA DE CAPITU

Inspirada por umas conversas que andei tendo sobre a Capitu e auxiliada pela Aline que me ensinou a incorporar vídeos no blog, resolvi colocar um pouco de beleza por aqui.

O vídeo da sério Capitu da Globo que é magnífica, utiliza a música Elephant Gun da banda Beirut. Apreciem.

domingo, 18 de abril de 2010

14 BIS EM CURITIBA


Gente, eu estou em êxtase! Acabei de chegar de um show do 14 Bis e só tenho uma palavra para descrever; MARAVILHOSO.
Durante a semana, quando soube que eles viriam tocar em Curitiba e, melhor, no CIETEP, já tão contente que twitei contando pra todos do meu orgulho.
E hoje fui lá, não sem quase antes me esquecer, envolvida pelos afazeres de uma mestranda-trabalhadora-dona-de-casa. Mas fui lembrada na última hora pela minha família, dei um pulo, e voei pro CIETEP. Sorte que como é o caminho que faço todos os dias, não tive os costumeiros contra tempos de errar o rumo.
O show começou quase que pontualmente. A primeira música foi Bola de meia, bola de gude. Claro que a nostalgia bateu. Foquei lembrando das montanhas de Minas, das viagens de carro ouvindo aqueles que estavam bem ali na minha frente. Cheguei à conclusão que cada música deles combina com um lugar em Minas.
Essa primeira, com o pátio do Batista de Oliveira. Uma velha canção Rock n’ roll nos leva direto à estrada velha de Ouro Preto. Fogo do seu Olhar, com a entrada de Barbacena. Linda Juventude, com aquele trecho antes de chegar em Belo Horizonte, aonde tem o Alphaville com seu suntuoso lago em baixo e um monte de gente voando de asa delta céu. Passear em Tiradentes fica muito mais legal ao som de Mesmo de brincadeira. Ai, ai! Eles tocaram Espanhola! Fui direto pro Calçadão nas tardes de férias depois de uma manhã no Baeta. Sabiam que a terra de Chica da Silva – Diamantina – combina com Todo azul do mar? Deve ser porque a Chica nunca pode ver o mar e o seu amado mandou fazer um mar artificial pra ela.
No palco, um Magrão (que devia ser chamado de fortão, porque tem um bracinho...), um Cláudio extremamente simpático com a platéia arrasando na guitarra, um Vermelho e um Hely impagáveis, fazendo um som surpreendente, com requintes de rock pesado e arranjos de esbabacar os desavisados e os avisados. Mas a postura deles era de gente de Minas... Simpatia e o fazer porque está fazendo. Foi lindo e aqueceu meu coração.
Basta dizer que num determinado ponto (acho que Linda Juventude) a banda fez os sóbrios curitibanos se levantarem da cadeira, dançar e cantar.
Depois fomos pegar autógrafos e ai sim, a mineridade se manifestou em toda a sua essência. O acolhimento aos fãs já começou pelo senhor corpulento de cabelo branco e um sorriso de bondade que estava na porta.
Dentro da sala, um Magrão encantado com a criança de uns 2 anos vestindo a camisa da banda. Ídolos dispostos a falar, abraçar e conversar com todos. O Cláudio quando soube que tinham mineiros ali, já veio perguntar de qual cidade, e disse que conhece Juiz de Fora e seu belo Teatro Central e agora a versão repaginada do Cultural que, segundo ele, imita o estilo do Hard Rock Caffe. E deu um autógrafo pro Samir!
Disse também que estão gravando um novo cd e que o Flávio está tocando com eles.
Foi um encontro inesquecível! Vou dormir mais feliz...

domingo, 4 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010

LENDA DA COLOMBA PASCAL

É um texto inspirador pra esse tempo de Páscoa


Lenda da Colomba Pascal



Na Idade Média, no norte da Itália (região da Lombardia), havia o Rei Alboino, que queria tomar a região de Paiva, onde existia um beato e confeiteiro com o nome de Luiggi. Era época da Quaresma e numa certa noite este doceiro sonhou que Alboino invadiu sua cidade gerando muito sangue pelas ruas.
Ao amanhecer, Luiggi fez a seguinte oração:
- Divino Espírito Santo, me dê uma luz para que esta desgraça não aconteça!
De repente uma pomba pousou na sua janela e disse:
- Faça um doce em forma de pomba e ofereça ao rei.
Luggi obedeceu a esta visão. Desta maneira, no domingo de Páscoa, este cozinheiro fez o quitute, entrou no castelo e ofereceu ao rei, dizendo - lhe:
- Majestade, depois que provar deste meu doce desistirá da ideia de destruir a cidade de Paiva.
Então o rei comentou:
- Um doce em forma de pomba! A apresentação é criativa. Deixe-me provar deste bolo para sentir seu sabor.
Assim Alboino comeu e disse:
- Delicioso! O sabor é tão divino que nem penso
em tomar a sua cidade. Qual é o nome este doce?
O confeiteiro respondeu:
-É Colomba Pascal.
Reza a lenda que a pessoa que comer
a Colomba Pascal, no domingo de
Páscoa, terá paz o ano inteiro.

Fonte: www.textolivre.com.br

domingo, 28 de março de 2010

O BELO DA SEMANA - SAUDADE

O texto do Professor José Antônio me remete a minha infância a as visitas que fazia com a minha avó. Me traz a lembrança um cheirinho bom de café, a sensação de perna cansada de tanto andar e a expectativa de saber o que a Tia Gaida, a Tia Geralda, a Tia Tueta ou a tia Dinah ia nos servir.
A Paula vai saber direitinho do que eu tô falando. Se o Cris ler, também!


Saudade

José Antônio Oliveira de Resende
(Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa da Universidade Federal de São João del Rei)


Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.

Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.

– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.

E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.

– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!

A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.

Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:

– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.


Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.

Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...

Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.

O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:

– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.

Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.

Casas trancadas... Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite...

Que saudade do compadre e da comadre!

domingo, 21 de março de 2010

O BELO DA SEMANA - A MÚSICA DO SAMIR

O meu sobrinho Samir ainda está na barriga da minha irmã e já tem uma música preferida. E não é que o garoto tem bom gosto e é antenado? Explico: sua música preferida é a música oficial da Copa do Mundo. É alegre, fala de esperança. Mas também é profunda. A mesma felicidade que nós sentimos com a sua chegada. A mesma alegria que nos invade quando pensamos que em junho ele já vai estar aqui e ainda pode testemunhar o Brasil ser mais uma vez campeão do mundo. A mesma profundidade do amor que todos nós já sentimos por ele.
Pesquisando mais sobre a música, descobri que seu cantor, K'aan a fez inspirado em Mandela e na luta pela liberdade.
O clip original também é lindo. Mas como o Samir é só alegria, vamos ver aqui a versão preferida dele que é uma festa! .
Vejam o clip e me digam se meu sobrinnho não é mesmo uma criança especial...